OS PLANOS DE DEUS PRA VOCÊ NÃO SE FRUSTRARÃO

9th abril

Quem já teve a oportunidade de contemplar a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo o Tríduo Pascal que a nossa Igreja nos oferece durante a Semana Santa, certamente poderá observar que Deus tinha um plano muito bem definido para oportunizar a salvação à humanidade que estava toda condenada ao Inferno.

Nós, porém, desde a concepção do menino Jesus, passando pelo seu nascimento conturbado, chegando à sua vida pública e, finalmente e em grau mais elevado ainda, na sua paixão e morte, demos a Deus todos os motivos possíveis para desistir de continuar o seu plano de salvação.

Então, por que Deus não desistiu do seu plano? Por que não voltou atrás e permitiu que seu único Filho morresse numa cruz por nós, que nem fazíamos caso dele?

Acontece que o plano de Deus para a nossa salvação, envolvia um plano particular para a pessoa do seu Filho, Jesus. Deus revelara a Jesus tudo o que havia de passar para cumprir a sua missão aqui na terra e Jesus tinha a faculdade de aceitar ou não esse plano pessoal.

Você pode pensar: “mas não era um plano pessoal de Jesus, era a salvação da humanidade!”. Sim, e Jesus sabia disso. Porém, era necessário o cumprimento do seu plano pessoal de cruz para que nós, que nem merecíamos e nem fazíamos caso, tivéssemos acesso ao céu.

Só havia uma forma do plano de Deus para a nossa Salvação não se cumprir: a não adesão de Jesus. Somente Jesus poderia impedir que o seu plano pessoal de cruz se cumprisse e, consequentemente, impedir o cumprimento do nosso Plano de Salvação.

Por isso, porque Jesus decidiu ir até o fim, nada do que fizemos com Ele, com os irmãos ou a Deus, pôde impedir que o plano de Deus se cumprisse.

Jesus nos deu acesso ao céu. Nosso nome está gravado na palma da mão de Deus. Como diz o nosso Fundador, João Bosco: “no céu, há uma poltrona maravilhosa com o seu nome gravado, esperando por você”.

Porém, há um plano pessoal de salvação para cada um de nós, um itinerário a seguir até esse lugar. E, aqui, um adendo, eis onde está a felicidade que tanto buscamos: entrar e perseverar no caminho do céu.  Ela não está nos bens, no conhecimento, nos prazeres, nem mesmo na saúde do corpo. O que significa que, mesmo sem todas essas coisas, é possível ser feliz.

Deus tem um plano de felicidade para nós e nada nem ninguém poderá impedir com que esse plano se cumpra, a não ser… nós mesmos.

É incrível como somos tentados a desistir das coisas de Deus por causa das dificuldades impostas por pessoas ou situações. Veja que o Demônio tem consciência de que o cumprimento do plano de Deus para nós não está relacionado a nada exterior, mas a nós mesmos, pois, parece que todas as dificuldades que enfrentamos querem nos dizer: “VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR. VOCÊ NÃO É CAPAZ. VOCÊ DEVE DESISTIR.”

O inimigo sabe que a única forma de não sermos felizes é desistindo de ser felizes. É preciso persistir. Mas não se trata de uma persistência mental somente, relacionada ao psicológico. Trata-se de PERSEVERAR. Perseverar, é persistir, colocando toda a nossa confiança em Deus. Muitas vezes, contra toda a lógica humana. Crendo que há um Deus determinado em fazer o seu plano de felicidade se cumprir para nós e que derrubará todas as barreiras exteriores que tentarem impedir.

Deixo a música Tudo Posso, da Celina Borges, para traduzir qual deve ser o nosso pensamento para fazer com que o plano de Deus se cumpra na nossa vida:

TUDO POSSO

Celina Borges

Posso, tudo posso, naquele que me fortalece

Nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir

Quero, tudo quero, sem medo entregar meus projetos

Deixar-me guiar nos caminhos

Que Deus desejou pra mim e ali estar

 

Vou perseguir, tudo aquilo que deus desejou pra mim

Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor

Do que ficou, vou me lembrar

E realizar o sonho mais lindo que deus sonhou

Em meu lugar estar, à espera de um novo que vai chegar

Vou insistir, continuar a esperar e crer

 

E MESMO QUANDO A VISÃO SE TURVA

E O CORAÇÃO SÓ CHORA

MAS NA ALMA, HÁ CERTEZA DA VITÓRIA

 

Vou vivendo, mas seguindo enquanto tantos não entendem

Vou cantando, minha história, profetizando, que eu posso

Tudo posso em Jesus

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Não vos aflijais

20th fevereiro

Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. (Mt 6, 31-33)

Se todos aqueles que seguissem Jesus ficassem ricos ou fossem, de alguma forma, imunizados contra todo tipo de dificuldades financeiras, Jesus não pronunciaria essas palavras. Aqui, ele não está acusando, muito menos condenando nenhum de nós por nos sentirmos apreensivos quando nos vemos sem saída para nossos problemas financeiros, mas está querendo apresentar a nós a Misericórdia do Pai que, independente de nossa fraqueza, não nos deixa que falte o necessário.

É preciso entendermos que temos um Deus que, além de onipotente, é imensamente amoroso e que, embora, às vezes, não vejamos como resolver nossos problemas, Ele nos dá a garantia de que O NECESSÁRIO, não nos faltará. É uma promessa de Deus para nós.

Nessa certeza, Jesus nos exorta a esquecermos essas preocupações e nos concentrarmos naquilo que é essencial: buscar o reino de Deus. Se fizermos isso, diz Jesus, “todas essas coisas vos serão dadas em acréscimo”, pois, “o Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso”.

O que Jesus quer que tenhamos, é uma vida de paz. Onde nosso coração não fique angustiado e preocupado com as nossas necessidades, mas fique em paz e feliz, sabendo que temos um Deus que tudo vê e providencia para nós tudo, sempre que necessitarmos.

Imagine só se um apresentador de telejornal tivesse que se preocupar com todos os detalhes técnicos que envovem a transmissão e não apenas em apresentar as notícias aos telespectadores. Sua cabeça ficaria cheia de preocupações e interrogações: a câmera A está funcionando? e se ela falhar? será que o técnico responsável pela unidade móvel está com tudo Ok para entrar no ar a próxima reportagem? e o nosso grupo gerador? será que está ok? E se faltar energia? Será que vão conseguir publicar esta notícia na Internet?

Será que esse apresentador conseguiria se concentrar no que é mais importante? Ou seja, apresentar o Jornal? É claro que não. Na realidade, é bem provável que ele nem conseguisse apresentar o jornal? O que é que o jornalista deve fazer? Deve confiar que sua equipe técnica é competente o suficiente para cuidar de todos os detalhes e fazer o que tem que ser feito.

Da mesma forma, Jesus quer que façamos o que tem que ser feito: buscar primeiro o Reino de Deus. E o nosso Pai celeste, cuidará de tudo o que necessitarmos.

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Salvem as nossas famílias

14th fevereiro

Olá irmãos!

Compartilho com vocês essa excelente palestra do nosso irmão Ricardo, membro de 3 comissões da CNBB, dentre elas, uma comissão sobre a juventude. Na palestra ele mostra como vivem nossos jovens e nossos filhos, e o risco ao qual os mesmos estão expostos todos os dias e, ainda, o que precisamos fazer para evitar o pior. Tudo isso de uma maneira descontraída que não dá vontade de parar de ouvir. Confira você mesmo!

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Haverá Deus que se compare ao nosso Deus?

7th dezembro

“Ribombou a vossa voz entre trovões,
vossos lábios toda a terra iluminaram
a terra inteira estremeceu e se abalou
Abriu-se em pleno mar vosso caminho
e a vossa estrada pelas águas mais profundas
mas ninguém viu os sinais dos vossos passos” (Salmo 76)

O trecho acima do Salmo 76 relata o célebre episódio da travessia do povo de Deus através do Mar Vermelho, guiado por Moisés, quando o Senhor abriu o mar para o povo passar. Revela-se aí um Deus poderoso, forte, capaz de operar prodígios e milagres com poder até mesmo sobre as leis da natureza.

Entretanto, a frase “mas ninguém viu os sinais dos vossos passos”, revela um Deus extremamente amoroso, que não fez questão de ser notado, que auxiliou o seu povo sem esperar reconhecimento, apenas por amor. Um Deus que transferiu todos os méritos para Moisés, que ergueu o cajado, logo, para muitos daquele povo ignorante (no sentido de desconhecer o seu Deus) certamente ficou parecendo que foi Moisés quem abriu o Mar Vermelho.

Assim acontece na nossa vida. Muitas vezes não damos o mérito necessário a Deus nas pequenas coisas do dia-a-dia como achar uma vaga pra estacionar o carro, passar o ônibus no ponto exatamente no momento em que estávamos chegando, receber a gentileza ou um gesto carinhoso de alguém que você nem conhece tanto, … A tendência é não reconhecermos a ação de Deus também nas grandes coisas, os momentos em que escapamos de morrer em pecado, que conseguimos sair de um aperto financeiro, que conseguimos ser curados de um doença grave, etc.

Por não enchergarmos “os passos de Deus” ao nosso lado, achamos que estamos sós também nos momentos tristes e jogados à própria sorte e pensamos que, quando nos livramos, é fruto do acaso, da sorte.

Temos um Deus que simplesmente nos ama, sem interesses. Por isso, é tempo de acordarmos e deixarmos de ser ingratos com Ele, apesar dele não exigir isso de nós. Mas o mínimo que podemos fazer, é louvá-lo todos os dias por estar sempre junto de nós.

 

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Músicas para o tempo do Advento

30th novembro

Olá irmãos!

Estamos iniciando um novo ano litúrgico e, como sempre, iniciando com esse tempo especialíssimo: o Advento. O Advento nos convida à mudança de vida, na certeza do Cristo que vem e que precisa encontrar o nosso coração e a nossa vida em sintonia com ele para que em nós faça morada.

Pesquisando músicas para o Ministério CFN tocar nas celebrações durante o tempo do Advento, deparei-me com um belo artigo da querida Karina, do Ministério de Música Canção Nova, o qual decidi compartilhar com todos, pois creio que nos auxiliará bastante a sermos fiéis à liturgia própria deste tempo nas músicas que cantamos em nossas celebrações. Deus abençoe a todos!

Sugestões de músicas para o Advento
Depto de música da Canção Nova dá dicas para você
Fonte: http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=1723

“Podemos tomar como ponto de partida a palavra “Advento”; este termo não significa ‘espera’, como poderia se supor, mas é a tradução da palavra grega parusia, que significa ‘presença’, ou melhor, ‘chegada’, quer dizer, presença começada.” Papa Bento XVI


Karina Maria (Ministério de Música CN e responsável do Coral CN) traz dicas de cantos para o tempo do Advento. Confira:

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos leva a aprofundar a vinda do Senhor. Já na 3ª e 4ª semanas, aprofundaremos o mistério da encarnação. Outra observação importante é que não há hino de louvor neste tempo, salvo as festividades próprias da Igreja. Essas são algumas dicas que vão lhe ajudar na escolha das músicas. Mas vale a pena pesquisar, ler, aprofundar-se nesta riqueza da nossa Liturgia para exercer, ainda melhor, a sua missão.

Sugestão de cantos para o tempo do advento:

ENTRADA:
- Então se verá o Filho do Homem
- O Senhor sentado no trono disse
- Mas os que esperam no Senhor
- Vigia esperando a aurora cifra
- Ouve-se na terra um grito
- Por entre aclamações cifra
- Ouço uma voz vindo da montanha
- Que santidade de vida cifra

A 3ª e a 4ª semana do Advento vão nos falar sobre o mistério da Encarnação. Sugerimos:
- O Senhor está pra chegar
- Manifestou o poder de seu braço

OFERTÓRIO:
- Vou te oferecer a vida
- Minha vida tem sentido
- Sabes Senhor
- Só em ti viver
- Ofertas singelas
- Venho Senhor oferecer (e quando este Pão for levantado)
- A mesa santa

COMUNHÃO:
Evite, neste momento, cantar músicas que falam da cruz, pois elas não estariam muito de acordo com este tempo litúrgico.

- És precioso para mim Senhor
- Vem, e eu mostrarei
- Venho Senhor, te receber agora
- Estás entre nós
- Na comunhão, Jesus se dá no Pão (Pão da Vida)
- Tudo passa cifra

Vale a pena lembrar que dentro deste tempo teremos algumas comemorações da Igreja:

12/12 – Nossa Senhora de Guadalupe (Festa) – Escolha cantos de Nossa Senhora; neste dia pode-se cantar o Hino de Louvor (combine com o presidente da celebração)
13/12 – Santa Luzia (Memória)
14/12 – São João da Cruz (Memória)

“Que a santidade da minha vida apresse o Senhor e Ele logo virá!”

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Oração da manhã

22nd setembro

Olá, irmãos. Faço essa oração quase todos os dias. Ela pertence à LAUDES. Trata-se de um Hino recitado na quinta-feira da IV Semana do Saltério. Aproveitem e adotem essa oração diariamente em suas vidas:

 

Já o dia nasceu novamente.
Supliquemos, orando, ao Senhor
que nos guarde do mal neste dia
e por atos vivamos o amor.

Ponha freios à língua e a modere,
da discórdia evitando a paixão;
que nos vele o olhar e o defenda
da vaidade e de toda a ilusão.

Sejam puros os seres no íntimo,
dominando os instintos do mal.
Evitemos do orgulho o veneno,
moderando o impulso carnal.

Para que, no final deste dia,
quando a noite, em seu curso, voltar,
abstinentes e puros, possamos
sua glória e louvores cantar.

Glória ao Pai, ao seu Unigênito
e ao Espírito Santo também.
Suba aos Três o louvor do universo
hoje e sempre, nos séculos. Amém.

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Honrando a cruz de Jesus

14th setembro

A cruz de Jesus é o maior sinal de que Ele morreu para nos redimir dos nossos pecados e termos acesso à salvação. Mas nós estamos honrando essa cruz de Jesus? Ela está em muitos lugares: nas igrejas, nas casas, nas empresas, nos órgãos públicos, escolas, andamos com ela no pescoço no pulso, no dedo, …, mas a cruz de Jesus está em nosso coração?

Quão triste ficaria o coração de Jesus se depois de tudo o que ele sofreu por mim e por você, acabássemos por nos perder…

Que vergonha para nós quando optamos pelo pecado. E não adianta dizer que o pecado é mais forte do que nós, pois a Palavra nos garante que Deus não permite tentação maior do que possamos suportar (I Co 10, 13).

Imagine só se, que Deus o livre, um assaltante psicopata invadisse a sua casa decidido a tirar a sua vida e de toda a sua família e, no momento exato em que ele fosse começar os disparos, o seu vizinho entrasse na sua casa e conseguisse imobilizá-lo, impedindo-o de cometer tal atrocidade.

Veja, o seu vizinho poderia ter morrido no seu lugar e de sua família. Mesmo assim não hesitou e interviu naquela situação tão crítica. Ele poderia ter ficado na casa dele e somente ter chamado a polícia, mas não; estava disposto a dar a vida por você e sua família se isso fosse preciso.

Quão grato você ficaria a esse vizinho por ter salvo você e toda a sua família, não é mesmo? Certamente faria de tudo para agradá-lo pelo resto da sua vida. E quando esse vizinho lhe pedisse para fazer algo por ele ou por alguém querido dele, você certamente, por gratidão, o faria com todo o gosto, ainda que isto não estivesse nos seus planos, afinal, não fosse esse seu vizinho, você e sua família estariam mortos.

Nos momentos felizes e mais importantes de sua vida e de sua família, certamente você lembraria desse seu vizinho e o chamaria para partilhar com você a sua alegria. Do contrário, quanta ingratidão seria a sua e quão entristecido ficaria o coração do seu vizinho por saber que, mesmo arriscando a vida por você, você o exclui da sua vida por completo.

Jesus, na sua humanidade, fez um sacrifício muito maior por você e pela sua família e em prol de algo muito mais valioso do que a vida de vocês. É como se Jesus tivesse dito ao assaltante psicopata: “pode atirar em mim e deixe-os vivos”. Na verdade, é maior do que isso, porque Jesus morreu, não para nos dar a vida aqui nesta terra que logo terminará, mas para nos dar a vida eterna, a nossa salvação.

Se Jesus não fizesse isso, nasceríamos, viveríamos e morreríamos condenados ao inferno, sem contar com a graça de Deus. Se já achamos difícil e dolorosa a vida mesmo podendo recorrer a Jesus, a Nossa Senhora, aos anjos e santos, imagine quão sofrida seria a nossa vida sem poder contar com a graça de Deus e, ainda, após a morte, ir para o inferno.

Infelizmente, mesmo depois de tudo o que Jesus fez por nós, só fazemos a sua vontade se ela coincidir com os nossos planos. Queremos adequar a vontade de Jesus à nossa vontade, muitas vezes poluída e deformada pelo pecado e criamos um Jesus de conveniência a quem recorremos somente quando precisamos satisfazer os nossos caprichos.

Se tudo está bem, esquecemos de Jesus por completo e temos vergonha de testemunhá-lo diante de nossos conhecidos e de fazer menção a ele nos momentos felizes de nossa vida.

Diante de tamanho sacrifício de Jesus por nós, não resta dúvida: quando pecamos, estamos zombando de sua cruz. Que crueldade a nossa… Que falta de consideração… Que maldade… Mas também, desculpe, que burrice a nossa, pois o pecado nos tira aquilo que Jesus já conquistou para nós na cruz: a salvação.

É certo que não temos consciência de toda a realidade espiritual e não temos olhos espirituais para ver o combate que se trava a cada dia. Mas, conscientes ou não, corremos o risco de perder o céu, desonrando a Santa Cruz do Senhor.

Neste dia da Exaltação da Santa Cruz, peçamos o Espírito Santo para que sejamos capazes de resistir às tentações e encher o nosso coração de amor por Jesus e pelo seu sacrifício na cruz, a fim de que possamos, no céu, encontrá-lo face a face beijar os seus pés, abraça-lo e dizer: eu te louvo e agradeço pelo teu sacrifío na cruz por mim, pois, é graças e isso que eu posso estar aqui.

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Viver no Espirito

27th julho

Grupo de Oração Acreditando na Família
Data: 26 de Julho de 2011
Tema: “Viver no Espirito”
Pregador: Clayton Ataide

Uma vez que fomos batizados no Espírito Santo, Ele nos dá novo ânimo e nos impulsiona a viver no Espírito. Nessa pregação você saberá o que acontece quando permitimos que a nossa vida seja totalmente conduzida pelo Espírito Santo de Deus. Nosso proceder, a rejeição de nossos parentes e amigos em um primeiro momento e a nossa maneira de decidir as coisas, tudo muda quando se vive no Espírito.

Ouça esta pregação:

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A luz resplandece nas trevas (Jo 1, 5)

22nd junho

A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. (Jo 1, 5)

Amados irmãos, esse versículo mexeu muito comigo na minha lection divina de hoje e me fez lembrar de um texto de Platão conhecido como A alegoria da caverna. Em resumo, Platão diz o seguinte:

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos – desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.

Ao longo de nossa história de vida, temos nos acostumado a ver o mundo segundo a visão do pecado e o racionalismo humano, sendo que a vida segundo a Palavra de Deus torna-se um grande desafio para nós, pois o que consideramos normal, infelizmente, é viver no pecado e longe dos ensinamentos de Deus.

Até conhecermos Jesus vivemos como que dentro da caverna de Platão, onde aquilo que entendemos por ser a realidade se resume àquilo que a fresta que ilumina a parede da caverna nos permite ver.

Quando alguém próximo de nós sai da caverna e tem contato com a luz, que é Jesus, maravilha-se com a verdadeira realidade, até então desconhecida, e vem correndo nos contar com a ânsia de que também tenhamos a mesma experiência.

Alguns de nós, mesmo sem entender, justamente por nunca ter visto o que há fora da caverna, somos dóceis e decidimos conhecer mais dessa realidade indo a um grupo de oração, a um encontro de restauração de famílias, um retiro, ouvindo uma pregação, encontrando, também, a luz e a maravilha que ela pode nos revelar. Outros, porém, fazemos chacota, xingamos, ficamos indiferentes, como supõe Platão.

É preciso romper as correntes que nos prendem à caverna do pecado e aceitar dar a mão àqueles que conseguiram escapar e conhecer a luz. Em um primeiro momento, talvez nossa vista seja ferida pela forte luz e não consigamos discernir perfeitamente as coisas, porém, com o tempo, veremos tudo o que perdemos por passar tantos anos presos às trevas e decidiremos viver intensamente a luz que é Jesus.

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A luz resplandece nas trevas

22nd junho

A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. (Jo 1, 5)

Amados irmãos, esse versículo mexeu muito comigo na minha lection divina de hoje e me fez lembrar de um texto de Platão conhecido como A alegoria da caverna. Em resumo, Platão diz o seguinte:

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos – desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.

Ao longo de nossa história de vida, temos nos acostumado a ver o mundo segundo a visão do pecado e o racionalismo humano, sendo que a vida segundo a Palavra de Deus torna-se um grande desafio para nós, pois o que consideramos normal, infelizmente, é viver no pecado e longe dos ensinamentos de Deus.

Até conhecermos Jesus vivemos como que dentro da caverna de Platão, onde aquilo que entendemos por ser a realidade se resume àquilo que a fresta que ilumina a parede da caverna nos permite ver.

Quando alguém próximo de nós sai da caverna e tem contato com a luz, que é Jesus, maravilha-se com a verdadeira realidade, até então desconhecida, e vem correndo nos contar com a ânsia de que também tenhamos a mesma experiência.

Alguns de nós, mesmo sem entender, justamente por nunca ter visto o que há fora da caverna, somos dóceis e decidimos conhecer mais dessa realidade indo a um grupo de oração, a um encontro de restauração de famílias, um retiro, ouvindo uma pregação, encontrando, também, a luz e a maravilha que ela pode nos revelar. Outros, porém, fazemos chacota, xingamos, ficamos indiferentes, como supõe Platão.

É preciso romper as correntes que nos prendem à caverna do pecado e aceitar dar a mão àqueles que conseguiram escapar e conhecer a luz. Em um primeiro momento, talvez nossa vista seja ferida pela forte luz e não consigamos discernir perfeitamente as coisas, porém, com o tempo, veremos tudo o que perdemos por passar tantos anos presos às trevas e decidiremos viver intensamente a luz que é Jesus.

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